Gestão · Projetos
Do plano à prestação de contas, com os números fechando.
No HYB, o projeto não é uma planilha à parte. Metas, tarefas, beneficiários atendidos e movimentação financeira ficam no mesmo lugar, para que a prestação de contas seja consequência da rotina, e não uma corrida no fim do prazo.
O desafio
Comprovar o que foi executado é tão importante quanto executar.
Financiadores e órgãos públicos querem ver metas alcançadas, atividades realizadas e recursos aplicados, cada um com sua evidência. Quando o acompanhamento do projeto vive em planilha e o dinheiro vive no sistema financeiro, os dois nunca batem, e a prestação de contas vira retrabalho. Há risco de glosa quando o financiador não aceita a despesa prestada.
O HYB junta as duas pontas desde o cadastro do projeto.
Como funciona
Quatro camadas que se conversam
O projeto
Cadastre com período de vigência, área de atuação e gerente responsável. Vincule setores, profissionais (colaboradores e voluntários), parcerias, beneficiários, equipes de captação e a classificação financeira que liga o projeto ao caixa. Acompanhe a situação: proposto, ativo, inativo ou concluído.
Vai repetir um projeto? Copie um já cadastrado e todas as vinculações vêm junto, prontas para ajustar.
As metas
Defina metas qualitativas ou quantitativas, com indicador, quantidade estabelecida e profissionais envolvidos. O acompanhamento mostra o percentual alcançado por período, equipe, captador ou profissional.
As tarefas
Registre tarefas com período e progresso, veja o cronograma e identifique o que está vencido, vencendo ou finalizado. Crie tarefas direcionadas a beneficiários específicos e anexe evidências da atividade realizada.
A avaliação
Registre avaliações do projeto e das metas, com avaliador e data. O histórico fica disponível para o relatório final e para o conselho.
O projeto por escrito
O cadastro já nasce no formato que o edital pede.
O campo de descrição do projeto é estruturado nas seções que financiadores e editais costumam exigir: introdução, justificativa, objetivo geral, objetivos específicos, metodologia e público beneficiado. Em vez de reescrever o projeto a cada submissão, sua equipe mantém a versão viva dentro do sistema.
O histórico de atividades registra o que foi feito, quando e em que situação. Os arquivos anexos guardam a documentação junto do projeto, não em uma pasta solta.
Quem vê o quê
Cada projeto tem controle de acesso por usuário: permissão completa, para quem executa, ou somente leitura, para quem acompanha. A diretoria enxerga o andamento sem risco de alteração indevida. O financiador, quando visita, vê um processo com governança.
Também disponível
Exportação dos projetos em planilha e emissão de relatórios com gráficos de situação, desempenho de metas e de tarefas.
Painel do projeto
O andamento e o dinheiro na mesma tela
O dashboard reúne, em um só lugar, o que a diretoria e o financiador querem saber:
Fluxo de caixa dos últimos 12 meses
Entradas, saídas e saldo resultante do projeto.
Metas por alcance
Quanto de cada meta já foi atingido no período.
Tarefas por situação e por objetivo
O que avançou, o que atrasou e o que foi concluído.
Beneficiários atendidos
Quantas pessoas o projeto alcançou de fato.
Profissionais envolvidos
Equipe alocada, entre colaboradores e voluntários.
Relatórios e gráficos
Situação dos projetos, desempenho de metas e de tarefas, prontos para impressão.
Conformidade
Pronto para o MROSC e para a auditoria
Como o projeto carrega a classificação financeira e o centro de custos, cada lançamento nasce vinculado ao projeto certo. Isso permite a segregação de contas por projeto exigida pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, e faz com que o relatório de execução e o demonstrativo financeiro contem a mesma história.
E a comprovação não fica só nos números: as evidências anexadas às tarefas e os arquivos do projeto ficam guardados no mesmo lugar. Quando chega a hora de prestar contas, você emite, confere e envia.
Ver como funciona a integração contábil →
Do plano ao resultado
O projeto existe no papel. E existe na vida de quem ele atende.
Metas, indicadores e prestação de contas fazem sentido quando estão ligados ao atendimento real. No HYB, o que a equipe registra no dia a dia alimenta o relatório do projeto, sem que ninguém precise refazer o levantamento no fim do período.
- Metas e indicadores acompanhados durante a execução
- Evidências e documentos anexados ao próprio projeto
- Segregação de contas por projeto, como o MROSC exige
Painel de projetos
O projeto inteiro em uma tela, antes da reunião.
Projetos ativos, tarefas por situação e por objetivo atingido, metas ao alcance, beneficiários envolvidos e o fluxo de caixa do período. Quando o financiador pergunta como está a execução, a resposta não depende de juntar planilha de três pessoas.
Quer chegar na prestação de contas com tudo comprovado?
Agende uma demonstração e veja a gestão de projetos do HYB aplicada aos projetos da sua organização.
